Semana passada, assisti este filme por indicação do Luiz Branco, executivo de contas da agência e achei interessante divulgá-lo aqui no blog. O filme foi lançado em 2009 nos Estados Unidos e deve estrear no Brasil em novembro, com o título “Amor por Contrato”.
Este post não é para dar uma de spoilere cortar a onda de quem quer assistir o filme na telona. Se o filme fosse ruim, valeria a penar pagar o ingresso só para ver a beleza da Demi Moore que está cada ano mais bonita, impressionante!
O filme fala do American Dream, a promessa do sonho americano de sucesso e felicidade. Mais do que isso, trata do comportamento humano, sua influência no consumo e como as pessoas buscam a realização pessoal e social através do ter.
É um filme leve e até certo ponto despretensioso e muito agradável. Vale a pena ir ao cinema conferir. Abaixo segue o trailer que nesse caso é tão bom quanto o filme.
Fotografia? Cor. Impressão? Cor. Alta Definição? Cor.
A nova campanha publicitária das Impressoras Canon aborda o que há de mais importante nesse ramo: as cores, literalmente. Em uma época em que a captura, processamento e compartilhamento de imagens são feitos digitalmente, as cores foram representadas em vida real por micro-esculturas de tinta construídas pelo som. Entendeu?! Não?! É mais ou menos assim: através de filmagens e fotografias macro, foi possível mostrar as pequenas gotas de tinta voando pelos ares, à medida em que a caixa de som coberta com uma película de látex pulsava algum som. A olho nu é impossível ver alguma coisa além de um montinho de tinta sendo espirrada… Pra ver, só com a ajuda de câmeras filmando a 5000 frames por segundo mesmo!
Assiste o vídeo que é mais fácil do que explicar em palavras.
Semana passada, mais precisamente dia 9 de Outubro, John Lennon completaria 70 anos e achei uma boa hora falar sobre um filme que não é novidade, saiu em 2009, mas que difere da maioria das cinebios que já vi.
Sou maluco por filmes e música, são duas das minhas paixões, e Nowhere Boy é um filme de música que carrega uma responsabilidade que parece não ter. Falar sobre um ícone é sempre difícil e o nome John Lennon sempre vai despertar em cada um que o admira uma memória afetiva diferente. Tem gente que vai amar e tem gente que vai odiar. Do mesmo jeito que fãs de histórias em quadrinhos amam ou repudiam essa onda de filmes de origem de super heróis.
Nowhere Boy é um filme simples e sincero, que carrega em si uma dose de iconoclastia, fundamental para que possamos nos identificar com o personagem. Um menino comum, que teve um relacionamento conturbado com a mãe, rebelde como a maioria dos adolescentes e decide montar uma banda. E é interessante como essa força criativa de John Lennon o impulsionava. Não sabia tocar guitarra, aprendeu a tocar banjo em aulas com a mãe. E nos dias de Quarrymen, improvisava acordes de banjo, usando apenas as quatro primeiras cordas da guitarra.
É esse o momento que tive mais expectativa no filme – O encontro entre John e Paul (talvez a maior dupla de criação de todos os tempos). Que ao invés de um momento épico, não foi nada mais que dois meninos se encontrando num recreio. Paul, um prodígio, ensinando o amigo John a tocar guitarra.
Se fosse apenas pelo belo plano seqüência de mentirinha, é verdade, mas muito bem produzido, este filme já valeria a pena ser visto. Pra quem gosta de futebol então, é realmente espetacular!
O diretor Juan Jose Campanella conduz a narrativa de forma envolvente e deixa que os olhos das personagens literalmente falem. As atuações de Ricardo Dárin (Benjamim) e Guilhermo Francella (Sandoval) são marcantes.
Além de uma história com algumas reviravoltas, a película traz duas frases que marcam bastante no contexto do filme:
“Você tem vários passados e nenhum futuro” e “O Homem pode mudar tudo na sua